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quarta-feira, 15 de abril de 2015

PAULO FREIRE, SEU MÉTODO E A IDEOLOGIA

Interessante texto criticando o patrono da educação brasileira. Concordo com o autor Paulo Roberto de Almeida, pois é importante que se tenha uma visão crítica a respeito de tudo, não se aceitando  pacificamente o que tentam repassar como verdade.

Paulo Roberto de AlmeidaP
Paulo Roberto de Almeida



TEXTO COPIADO DO SITE:

 
Embora muito se fale sobre o dito "Método Paulo Freire" de ensino, a opinião pública sabe bem pouco sobre no que isso consiste. Em grande parte, tal situação se dá pelo fato de que Paulo Freire e os propagandistas desse método não se preocuparam muito em explicá-lo, restringindo-se quase o tempo todo à denúncia da dita "educação bancária" e à repetição do mantra "educar é um ato político".

Nesse contexto, não deixa de ser proveitoso ler o livrinho O que é método Paulo Freire, de Carlos Rodrigues Brandão. O autor é um discípulo de Freire que participou das primeiras experiências de aplicação desse método, em 1961, no interior do Nordeste. A proposta do livro é explicar tais experiências passo a passo, tendo em vista que "[...] em alguns livros de Paulo Freire e de outros educadores, são poucas as páginas sobre o método e, não raro, elas estão escondidas em algum 'anexo'" (Brandão, 1984, p. 14). Na seção final do livro, o autor explicita que, em realidade, as reflexões metodológicas ocupam um lugar pequeno na obra freiriana: "quem voltar aos livros que Paulo Freire escreveu vai notar que, de propósito, falei muito do que ele fala pouco e pouco do que ele fala muito" (Idem, p. 111).

Ora, essas citações já evidenciam que, como dizem os críticos de Freire, esse autor e seus seguidores não se preocupam muito com a educação em si mesma, e sim em fazer da educação um instrumento de luta política contra o capitalismo. E o livro de Brandão, precisamente por se concentrar na descrição do método, acaba por fornecer elementos que corroboram as críticas lançadas contra as propostas freirianas. Neste texto, vou destacar apenas a crítica relativa à falta de originalidade do tal método.



Como era e como ficou

O historiador David Vieira sugere, com base numa boa revisão bibliográfica, que os procedimentos que compõem o dito "Método Paulo Freire" eram empregados na alfabetização de adultos, já em 1915, pelo missionário Frank Charles Laubach (1884-1970). Ao ser enviado numa missão religiosa para as Filipinas, Laubach precisava elaborar uma escrita para a língua maranao e, ao mesmo tempo, alfabetizar as pessoas nessa língua para que pudessem estudar a bíblia. Assim, ele "[...] adaptou um antigo método de ensino norte-americano, de reconhecimento das palavras escritas por meio de retratos de objetos familiares do dia-a-dia da vida do aluno, para ensinar a leitura da nova língua escrita. A letra inicial do nome do objeto recebia uma ênfase especial, de modo que o aluno passava a reconhecê-la em outras situações, passando então a juntar as letras e a formar palavras".



Ora, o trabalho de alfabetização realizado por Freire e seus seguidores consistia basicamente nos seguintes passos - embora Brandão repita várias vezes que o método era modificado a cada vez que o empregavam:

•    eles faziam uma pesquisa sobre o cotidiano dos alunos para selecionar os "temas geradores" e as "palavras geradoras"

•    usavam desenhos e fotos para estimular discussões em grupo sobre esses temas (por exemplo, os problemas de habitação, alimentação e outros na favela onde os alunos moravam)

•    apresentavam uma palavra geradora, como "favela", "tijolo" ou "salário", por meio de um slide

•    em seguida, eram apresentados slides com as "famílias fonêmicas" de cada sílaba (no caso de "favela", começava-se mostrando "fa - fe - fi - fo - fu", depois "va - ve - vi - vo - vu", etc.)

•    posteriormente, os alunos eram estimulados a criar palavras combinando todas as sílabas dispostas numa "Ficha de Descoberta", isto é, num quadro com todas as famílias fonêmicas relacionadas à palavra geradora (Brandão, 1984, p. 70-72).

Qual é a originalidade disso em relação ao que Laubach e outros já faziam desde muitas décadas? Brandão não se detém em discutir o que haveria de original no trabalho realizado com Freire, mas, ao tratar dos critérios empregados para a seleção das palavras geradoras, explica o seguinte:

Ora, no Método Paulo Freire entra um critério que, se não é novo, apareceu repensado. [...] aqui, as palavras não são só um instrumento de leitura da língua; são também instrumentos de releitura coletiva da realidade social onde a língua existe, e existem os homens que a falam e as relações entre os homens. Portanto, as palavras precisam servir para as duas leituras e os seus critérios de escolha são três, dois deles usuais em outros métodos, o outro, novo e renovador:

1º) a riqueza fonêmica da palavra geradora;

2º) as dificuldades fonéticas da língua;

3º) a densidade pragmática do sentido (Idem, p. 30-31).

A novidade do tal método estaria na forma de aplicar o terceiro critério, portanto, já que os dois primeiros, referentes à sintaxe e à semântica, foram importados de outros métodos e aplicados basicamente do mesmo modo. E no que consiste a inovadora maneira freiriana de aplicar o critério pragmático? Brandão esclarece que este diz respeito ao "[...] maior ou menor teor de conscientização que a palavra traz em potencial, ou conjunto de reações socioculturais que a palavra gera na pessoa ou grupo que a utiliza" (Idem, p. 31).



Nesse sentido, Brandão acaba reconhecendo que os elementos propriamente técnicos do tal "Método Paulo Freire" foram herdados de outros que já existiam, e que a grande novidade estava em selecionar as palavras que fossem mais úteis para direcionar as discussões em grupo de modo tal a "conscientizar" os alunos, sendo que "conscientização" deve ser entendida como sinônimo de "compreensão de mundo" (Idem, p. 39 – itálicos no original).



Falando com franqueza, não parece lícito atribuir a Paulo Freire a invenção de um método de ensino que leva seu nome se ele se serviu de métodos já existentes e apenas mudou a forma de aplicar um dos critérios de seleção de palavras geradoras de maneira a combinar o trabalho de alfabetização de adultos com doutrinação ideológica de esquerda! E isso considerando especialmente que o critério pragmático, ao contrário dos dois primeiros (que são totalmente importados), não tem nenhuma relação direta com as operações cognitivas que constituem o ato de ler. Não admira que Freire falasse tão pouco de método em seus livros...



Diálogo enviesado

É claro que alguém poderia objetar que, embora Brandão admita que as palavras geradoras são selecionadas propositalmente pelo seu potencial de uso como instrumentos de "conscientização", não há como predeterminar o resultado das discussões feitas com os alunos, o que invalidaria ou ao menos relativizaria a crítica de que se estaria fazendo doutrinação ideológica disfarçada de diálogo. Contudo, eu expliquei no texto Paulo Freire e a "educação bancária" ideologizada como funcionam de fato essas discussões em grupo: o professor freiriano apresenta uma única via para explicar as situações relatadas pelos alunos, que é a ideologia em que ele acredita. Assim, o aluno é deixado na ignorância sobre a existência de pesquisas que explicam as situações de pobreza, desigualdade, problemas urbanos e ambientais, entre outros, fora do universo teórico e ideológico do professor!



Em suma, é muito forçado dizer que existe um "Método Paulo Freire" de ensino, pois o que esse autor fez foi apenas transformar métodos de alfabetização bastante antigos num processo de doutrinação ideológica que se dá por meio de diálogos nos quais o aluno, deixado na ignorância de explicações alternativas e mais sofisticadas, não tem poder nem espaço para contestar os "novos saberes" que lhe são apresentados.



Paulo Freire: pobreza intelectual, dogmatismo e amor assassino

Quando o jornalista José Maria e Silva publicou uma crítica contundente ao mal chamado "Método Paulo Freire", na Gazeta do Povo, esse jornal publicou também textos de freirianos para apresentar o famoso "outro lado da questão" - muito embora os freirianos não proponham apresentar visões de mundo diferentes aos seus alunos, conforme se vê pela leitura de Pedagogia do oprimido (Freire, 1987).



Mas o que chama a atenção nessas respostas é que os seguidores de Freire, na verdade, não respondem! Primeiro, eles usam o argumento de autoridade, dizendo que Freire é o patrono da educação brasileira e que trabalhou nesta e naquela instituição de prestígio. Depois, repetem a velha cantilena de que o método de ensino que leva o nome dele teria tido resultados impressionantes, ignorando o fato de os críticos desse método, como Silva, alegarem que os resultados efetivos ficaram muito aquém da propaganda. Por fim, citam uma ou duas passagens da obra de Freire sobre a educação ser um "ato político" e sobre a importância de tornar o estudante "sujeito de si mesmo". E param por aí! Em nenhum momento eles procuram formular uma resposta específica para as críticas elaboradas contra o, vá lá, "pensamento" de Paulo Freire. Repetem a velha fórmula de propaganda do tal método como se esta já contivesse resposta para qualquer crítica, e está feito.

 

Por que fogem do debate? Em parte, é claro, para tirar proveito do fato de que a imagem de Paulo Freire como grande educador e suposto inventor de um revolucionário método de alfabetização de adultos já está fortemente entranhada entre os professores e na opinião pública. Mas a razão oculta está no fato de que qualquer tentativa séria de defender as ideias freirianas implica ter de admitir que estas não têm nenhuma base científica e nem mesmo racional!



Em vez de ciência, fé ideológica

A melhor maneira de constatar isso é ler a obra freiriana, como os livros Pedagogia do oprimido e Pedagogia da autonomia, ambos já citados neste blog, que se caracterizam por um simplismo de ideias constrangedor. Mas quem quiser ganhar tempo e ir direto a um trabalho freiriano que deixa essa falta de fundamentação bem explícita pode recorrer ao livrinho O que é método Paulo Freire, comentado no post anterior. Após descrever os procedimentos que compõem o método de alfabetização de adultos aplicado por Freire e seus seguidores já em 1961, o autor, Carlos Rodrigues Brandão, escreve o seguinte: 



Às vezes é muito difícil falar sobre as ideias que deram origem ao Método Paulo Freire, porque elas são muito simples e algumas pessoas precisam complicá-las.

Na verdade Paulo Freire não tem sequer uma teoria pedagógica definitiva. Ele tem um afeto e a sua prática. Por isso fica difícil teorizar a seu respeito, sem viver a prática que é o sentido desse afeto. Por isso é fácil compreender o que ele tem falado e escrito, quando se parte da vivência da prática do compromisso que tem sido, mais do que sua teoria, a sua crença (Brandão, 1984, p. 102).



O que se vê nessa passagem da conclusão do livrinho é o reconhecimento de que Paulo Freire e seus seguidores não têm como justificar a suposta eficácia do tal método, já que os seus escritos consistem apenas em ideias simples embaladas por palavras atraentes, como "afeto". Nesse sentido, Brandão fornece a melhor comprovação da pertinência das críticas lançadas contra a pobreza intelectual de Paulo Freire.



De fato, José Maria e Silva, no artigo citado, afirma que Pedagogia do oprimido não passa de um panfleto político e de um "manual de autoajuda marxista" exatamente por causa da pobreza das ideias ali expostas. De modo similar, Sol Stern afirma que essa obra nem ao menos pode ser considerada um trabalho sobre educação, já que ignora todos os temas importantes nessa área do conhecimento ao longo do século XX, tais como avaliações, padrão de ensino, currículo escolar, o papel dos pais na educação, entre outros, e se perde em "platitudes marxistas". E Brandão, ao reconhecer que não há mesmo nenhuma teoria ou argumento racional que fundamente esse ou qualquer outro trabalho de Freire, vê-se forçado a desqualificar críticas como essas da seguinte forma:



Como discutir com os termos complicados da ciência um educador cuja ideia-chave é o amor?



Procure, leitor, folhear de alma limpa os escritos dele. Aos olhos ferozes dos tecnocratas do poder e da educação, pode ser que tudo aquilo não passe de uma espécie de poesia pedagógica, tão edificante quanto inviável. E aos seus olhos? (Brandão, 1984, p. 103).



Trata-se aí de uma óbvia desqualificação intelectual daqueles que acusam o simplismo dos escritos freirianos mediante a estratégia de associar os críticos ao rótulo odioso de "tecnocratas do poder e da educação". E, pior ainda, Brandão procura manipular as emoções de seus leitores ao enfeitar sua exposição com palavras bonitas, como "amor", e pedir-lhes que folheiem a obra de Freire com "alma limpa", pois assim dá a entender que uma obra edificada sobre o "amor" só pode ser compreendida por quem deixar a razão de lado e se entregar a uma apreciação igualmente emocional do que está lendo!



As ideias de Paulo Freire são simplistas e dogmáticas, já que não têm justificativa racional, e só podem ser admiradas por quem não leu seus escritos ou por aqueles que leram esse material imbuídos das mesmas ideologias superficiais do autor e do seu mesmo ideal de fazer da educação um instrumento de doutrinação a serviço do socialismo. A quem duvidar disso, proponho que aprecie, de "alma limpa", a seguinte passagem de Pedagogia do oprimido, também citada por Silva, na qual o amoroso Paulo Freire elogia os fuzilamentos praticados pela revolução cubana.

A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida (Freire, 1987, localização 99).



BRANDÃO, C. R. O que é método Paulo Freire. 7. ed., São Paulo: Brasiliense (Coleção Primeiros Passos, v. 38), 1984.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17. ed., Rio de Janeiro: Paz & Terra, (Coleção O Mundo, Hoje, v. 21), 1987.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

3º ANOS EXERCÍCIO DE HISTÓRIA- GOVERNOS DUTRA, VARGAS II, JK, JÂNIO QUADROS, JOÃO GOULART

1)   O governo Dutra adotou medidas que visavam à modernização das instituições político-administrativas. Entre essas mudanças, pode ser destacada:
A - a nova Constituição que, mesmo sendo democrática, manteve a proibição ao direito de voto das mulheres.
B - a aproximação com a União Soviética, em função do enorme prestígio dos parlamentares ligados ao PCB.
C - a extinção do corporativismo, com a regulamentação de centrais sindicais livres da tutela do Estado.
D - a implantação do Plano SALTE que visava atender às necessidades da industrialização e do abastecimento doméstico.
E - a recusa de participação na OEA, por considerá-la um instrumento de consolidação da hegemonia americana na América Latina.

2)  No segundo governo de Getúlio Vargas (1951 -1954), setores da sociedade brasileira se mobilizaram numa campanha:
a) pela política externa independente, onde presidente criou, sem a ajuda estrangeira, a Companhia Siderúrgica Nacional.
b) pela nacionalização da pesquisa, exploração e refino do petróleo, que culminou com a criação da Petrobrás.
c) pelas reformas de base, forçando o Congresso a votar leis a favor da reforma agrária e da nacionalização das refinarias de petróleo.
d) pela entrada sem restrições do capital estrangeiro no país, que culminou com a formulação, por setores governamentais, do Plano de Metas.
e) pela modernização tecnológica do país, que resultou no investimento estatal em novas fontes de energia e na criação de usinas nucleares.

3) Entre as iniciativas que marcaram o nacionalismo varguista, destaca-se a criação da Petrobras (Lei n. 2.004, aprovada pelo Congresso em 3 de outubro de 1953.) É CORRETO afirmar que essa Lei
a) deu origem à campanha "O petróleo é nosso",  reforçando o sentimento nacionalista entre os brasileiros e fazendo crescer o apoio a Vargas.
b) foi o estopim da crise que levou ao suicídio de Vargas, pois a Lei deixou a distribuição do petróleo nas mãos de empresas estrangeiras.
c) motivou a crítica, por parte do escritor paulista Monteiro Lobato, à criação da empresa estatal de petróleo.
d) teve como eixo a imposição do monopólio estatal sobre a produção de petróleo, considerado condição necessária para a soberania nacional.
e) NDR

4) Um motivo para a hostilidade de muitos órgãos de imprensa durante o 2.o Governo Vargas foi:
A – a ideologia nacionalista de boa parte da imprensa contra a política do Governo Vargas.
B - a crítica que Vargas fazia aos ataques diários do Jornal Última Hora contra seu governo.
C – a ideologia de boa parte da imprensa contra o nacionalismo econômico e o trabalhismo do Governo Vargas.
D – A luta de Vargas contra os casos de corrupção acobertados pela imprensa.
E - NDR

5) O governo Juscelino Kubitschek foi responsável:
a) pela eliminação  das disparidades regionais;
b) pela queda da inflação e da dívida externa;
c) por uma política nacionalista e de rejeição ao capital estrangeiro;      
d) pela entrada maciça de capitais estrangeiros e aceleração da industrialização;
e) por práticas antidemocráticas como a violenta repressão às rebeliões de Jacareacanga e Aragarças;

6) A crise gerada pela renúncia do presidente Jânio Quadros foi temporariamente controlada em 1961 através:
a) das reformas de base com vistas à modernização do País;
b) do Ato Institucional número 5 e o fechamento total do regime;
c) da emenda parlamentarista, que possibilitou a posse de  João Goulart, conciliando setores em confronto;
d) do Golpe Militar, provocando a queda do governo Goulart;
e) da convocação de novas eleições, desfazendo o clima de acirramento da oposição entre esquerda e direita.

7)   Em 06 de janeiro de 1963, realizou-se um plebiscito em que votaram mais de 12 milhões de cidadãos. Após o resultado do plebiscito, Goulart assumiu plenamente o poder presidencial. Que questão foi discutida no plebiscito  acima citado?
a) A validade da eleição de João Goulart.
b) A implementação das reformas de base por Jango.
c) O sistema de governo (presidencialismo X parlamentarismo).
d) A renúncia do presidente Jânio Quadros.
e) A Lei de Remessa de Lucros, reforma urbana e tributária.

08) Em sua política econômica, o governo Jânio Quadros gerou inquietações nos meios empresariais, entre outros motivos por:
a) revogar medidas que favoreciam a acumulação de capitais estrangeiros.
b) valorizar constantemente o cruzeiro, graças a artifícios contábeis.
c) conceder subsídios federais para vários produtos importados, destacando-se o trigo.
d) Descongelar os salários.
e) Implantar medidas que geraram uma grande restrição ao crédito.

09) " ...Os temores dos Estados Unidos até poderiam ser um pouco exagerados, mas tinham algum fundamento. Julião e sua mulher, Alexina, mantinham de fato contato com Fidel. Mais radical que o marido, Alexina dizia inclusive que a reforma agrária só se faria "na marra". Além disso, a ala mais à esquerda das Ligas Camponesas havia mesmo aderido à luta armada. O movimento foi o primeiro a adotar a guerrilha no Brasil, entre 1961 e 1962. Alexina chegou a ir à China para pedir armas a Mao Tsé-tung e fez treinamento militar em Cuba, acompanhada por outros esquerdistas brasileiros. Os cubanos também teriam ajudado financeiramente a organização. "A ideia era trazer o comunismo para o Brasil", conta sua filha Anatailde."
CARLA ARANHA: Texto retirado da publicação "O defensor dos camponeses: A saga de Francisco Julião, escritor, político e paladino da reforma agrária", postada em 03/09/2008
https://www.sescsp.org.br/online/artigo/compartilhar/5154_O+DEFENSOR+DOS+CAMPONESES

A atuação das Ligas Camponesas durante o governo João Goulart, está relacionada a/ao
a) Apoio dos sindicatos rurais às empresas agropecuárias,   fundamental para o crescimento da economia.   
b) Alinhamento político entre os grandes produtores rurais do Nordeste e lideranças vinculadas ao campesinato.   
c) Compromisso dos trabalhadores rurais na defesa de uma reforma agrária mantenedora da estrutura latifundiária.   
d) infiltração da ideologia marxista no meio rural  
e) Modelo fundiário brasileiro, caracterizado por mecanismos includentes  do campesinato, a partir da implantação do Estatuto do Trabalhador rural, em 1963.

10) A queda de João Goulart, em 1964, representou a culminância de uma crise iniciada no final da década anterior. Assinale a opção que NÃO apresenta um elemento dessa crise.
a) O apoio da maioria do Congresso Nacional ao programa de Reformas de Base.
b) As resistências à posse de João Goulart, quando da renúncia de Jânio Quadros.
c) O agravamento do quadro econômico com a ascensão da inflação.
d) A politização crescente de vários movimentos sociais, como as Ligas Camponesas.
e) Os movimentos de indisciplina militar de marinheiros e sargentos.





GABARITO:
1 - D
2 - B
3 - D
4 - C
5 - D
6 - C
7 - C
8 - E
9 - D
10 - A







segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Movimentos Sociais

Movimentos sociais: podem ser definidos como um grupo que age continuamente com  objetivo de promover ou resistir a algum tipo de mudança na sociedade. A História esta cheia de exemplos de movimentos sociais, tais como o da reforma protestante, luta operária, luta dos negros americanos pela igualdade civil, etc.
É importante enfatizar que um movimento social não é a mesma coisa que uma instituição, uma vez que as instituições são estáveis e duráveis e os movimentos sociais são instáveis e com o tempo de duração incerto, como foi o caso do movimento pelas "Diretas Já", que pedia eleição direta para presidente do Brasil pouco antes do fim do regime militar.
Características dos movimentos sociais 
Todo movimento social apresenta, no mínimo, três características básicas:
a.       Objetivo
b.       Programa que estabeleça como atingir objetivos
c.        Ideologia 

sábado, 16 de agosto de 2014

EXERCÍCIO DE HISTÓRIA 3º ANOS III UNIDADE

1)    “Esta guerra é uma continuação da anterior."  (Winston Churchill, em discurso feito no Parlamento em 21 de agosto de 1941). A afirmativa confirma a continuidade de problemas não solucionados na 1ª Guerra, que contribuíram para alimentar antagonismos e levaram à eclosão da 2ª Guerra Mundial.
Entre esses problemas, identificamos:
a) a rivalidade entre a Alemanha nazista e a Itália fascista, fruto do intenso nacionalismo e do aumento da disputa por mercados consumidores e por áreas de investimentos;
b) o crescente nacionalismo econômico e o aumento da disputa por mercados consumidores e por áreas de
investimentos;
c) os antagonismos anglo-germânicos em torno da questão da Alsácia-Lorena;  
d) a oposição ideológica que fragilizou os vínculos entre os países, enfraquecendo todo tipo de nacionalismo;
e) a divisão da Alemanha, que a levou a uma política agressiva de expansão militar.

2)  Em torno de fatos relacionados com a Segunda Guerra Mundial, estabeleça a correspondência correta:
1.Blitzkrieg            (  ) Cidade arrasada pela    bomba atômica
2. Kamikaze          (  ) Porto atacado pelo Japão
3. Os Aliados        (  ) Piloto suicida japonês
4. O Eixo                (  ) Inglaterra, URSS,EUA
5. Nagasaki            (  ) Japão, Itália e Alemanha.
6. Pearl Harbor    (  ) Invasão da Normandia pelos aliados        
7. Dia D                  (  ) Guerra relâmpago.

A alternativa correta em relação às afirmações acima é:
A) 6523471             B)1653274              C)5623471          D)2564317          E) 4371526

3) Iniciado em 1848, o conflito palestino-israelense constituiu, no Oriente Médio, o que se convencionou chamar de Questão Palestina, que está longe de ser resolvida, ainda hoje, e pode ser relacionada à:
a) exigência árabe do cumprimento do Plano da ONU de Partição da Palestina, que criava o Estado Palestino no final da Segunda Guerra Mundial.
b) recusa israelense ao reconhecimento da existência de um Estado Palestino.
c) construção de um padrão de instabilidade nas relações internacionais pelo recém-criado Estado de Israel, que contava com o apoio dos Estados Unidos, da União Soviética e da ONU.
d) recusa árabe à partilha da Palestina e ao reconhecimento da existência do Estado de Israel.
e) extinção oficial do mandato britânico sobre a Palestina, no final da Segunda Guerra, com reconhecimento imediato pelos países vencedores da independência de todos os países do Oriente Médio.

4) Uma das mais importantes mudanças provocadas pela Segunda guerra foi o deslocamento do poder mundial das maiores potências europeias (Reino Unido, França e Alemanha)para os Estados Unidos e a União Soviética. Esse deslocamento foi resultado do enfraquecimento político e econômico desses países, duramente atingidos pelo conflito. A partir das informações contidas no texto e dos conhecimentos sobre a reorganização geopolítica mundial após a citada guerra, assinale V para verdadeiro e F para Falso, nas afirmações abaixo:
(  ) O atual tamanho do território brasileiro foi resultante também das mudanças geopolíticas ocorridas após a Segunda guerra mundial..
(  ) A Segunda Guerra Mundial deixou marcas profundas nas pirâmides etárias dos principais países da Europa e colocou frente a frente os países aliados — França, Reino Unido, Estados Unidos e URSS — contra os países do Eixo— Alemanha, Itália e Japão.
(   ) A América Latina, a Ásia e a África, nas últimas décadas, passaram por grandes transformações político-econômicas, induzidas por impulsos internos, geradores de grande equilíbrio social.
(   ) Os países da Europa que se encontram em reestruturação, tanto espacial quanto político-ideológica,  vêm se integrando, comercialmente, face aos mercados comuns e à globalização, mas reagem à perda de suas respectivas identidades nacionais.
(   ) Após a Segunda guerra, o preço do petróleo passou a ser determinado a partir do volume de produção e à consequente oferta do produto no mercado mundial.
(  ) A guerra entre o Irã e o Iraque, na década de 90 do século XX, além da disputa territorial, visou impedir a expansão da religião muçulmana nos demais países do Oriente Médio.
(   ) As sucessivas invasões sofridas pela península balcânica contribuiu para a diversidade étnico-religiosa que ocasiona os inúmeros conflitos aí existentes.

A alternativa correta em relação às afirmações acima é:
A) FFVVFFV            B)FVFVFFV             C)VVFFVVF            D) VFFVFVV           E) VFVVFFV

5) Não pode ser considerado como um dos fatores que contribuíram para a Segunda Guerra Mundial:
a) A ascensão de regimes totalitários na Itália e na Alemanha nos anos 20 e 30.
b) Os efeitos da crise de 29 na economia europeia.
c) A implantação do Franquismo após a guerra civil espanhola. d) A união entre a Áustria e a Alemanha empreendida por Hitler.
e) As cláusulas punitivas do Tratado de Versalhes sobre a Alemanha.


6)
Em relação ao Pacto de Não agressão assinado entre a Alemanha e a União Soviética, é correto afirmar que:
A) O pacto consistia em uma aliança militar, onde os dois países passariam a lutar contra as potências capitalistas, em caso de guerra.
B) O pacto consistia em um enorme plano de ajuda econômica alemã à União Soviética. Em contrapartida, os alemães receberiam substancial fornecimento de gás e petróleo soviéticos.
C) o pacto consistia na manutenção da paz entre os dois países, além de um protocolo amplamente divulgado, onde ficou combinada a divisão da Polônia entre ambos; além disso, a União Soviética ficava com o direito de invadir e ocupar a Finlândia e os Estados bálticos. Esse pacto foi o estopim para o início da Segunda Guerra.
D) o pacto não consistia só na parte oficial divulgada, em que os dois ditadores se comprometiam em manter a paz,  mas também num protocolo adicional secreto, onde ficou combinada uma divisão da Polônia entre ambos; além disso, a União Soviética ficava com o direito de invadir e ocupar a Finlândia e os Estados bálticos.
E) O pacto consistia na transferência de tecnologia militar alemã aos soviéticos, os quais, em contrapartida, forneceriam gás e petróleo aos alemães.

7)A primeira coisa, portanto, é dizer-vos a vós mesmos: Não aceitarei mais o papel de escravo. Não obedecerei às ordens como tais, mas desobedecerei quando estiverem em conflito com a minha consciência. O assim chamado patrão poderá sussurrar-vos e tentar forçar-vos a servi-lo. Direis: Não, não vos servirei por vosso dinheiro ou sob ameaça. Isso poderá implicar sofrimentos. Vossa prontidão em sofrer acenderá a tocha da liberdade que não pode jamais ser apagada.”  
O texto acima foram palavras de Mahatma Gandhi (1869-1948) que, no contexto da Guerra Fria, inspiraram movimentos como:
a) o acirramento da disputa por armamentos nucleares entre os EUA e a URSS, objetivando a utilização do arsenal nuclear como instrumento de dissuasão e amenização das disputas.
b) o não alinhamento político, econômico e militar da Índia em relação aos Estados Unidos.  
c) as concessões unilaterais de independência às colônias que concordassem em formar alianças econômicas, políticas e estratégicas com suas antigas metrópoles, como a Comunidade Britânica de Nações e a União Francófona.
d) o reforço do regime de “apartheid” na África do Sul que, após prender o líder Nelson Mandela e condená-lo à prisão perpétua, procurou expandir a segregação racial para os países vizinhos, como a Rodésia e a Namíbia.
e) o não alinhamento político, econômico e militar aos EUA ou à URSS, decisão tomada pelos países do Terceiro Mundo reunidos na Conferência de Bandung, na Indonésia.

8) “Morre um homem por minuto em Ruanda. Um homem morre por minuto numa nação do continente africano...para o ano 2000 só faltam seis, mas a Humanidade não ingressará no terceiro milênio, enquanto a África for o túmulo da paz.”
(Augusto Nunes, in: jornal O GLOBO, 6.8.94). A situação de instabilidade no continente africano é o resultado de diversos fatores históricos, dentre os quais destacamos o(a):

a) acirramento das guerras intertribais no processo de descolonização que não respeitou as características culturais do continente.
b) declínio dos nacionalismos africanos causado pelo final da Guerra Fria.
c) fortalecimento político dos antigos impérios coloniais na região, apoiado pela Conferência de Bandung.
d) fim da dependência econômica ocorrida com as independências políticas dos países africanos, após a década de 50.
e) acirramento das rivalidades intertribais após a descolonização, fruto do modelo colonial europeu que as criou e incentivou.

9)  Em 25 de janeiro de 2006, o Hamas, grupo político palestino de posições e ações mais extremas, venceu as eleições para o parlamento Palestino derrotando o Fatah (considerado mais moderado), ligado à OLP e a Yasser Arafat, líder que faleceu em 2004. Essa vitória levou, entre outras coisas, à interrupção da ajuda financeira à região por parte de alguns países e organizações, entre os quais a União Europeia. Essa reação se deve, sobretudo, ao fato de que o Hamas
A) ascendeu como um movimento que tem práticas terroristas, cujo principal objetivo é a eliminação do Estado de Israel.
B) firmou tratados de paz e de cooperação econômica com Israel, dispensando, portanto, ajuda humanitária do ocidente.
C) tem íntimas relações com o Irã e a Arábia Saudita, os quais passaram a fornecer vultosos empréstimos financeiros e apoio militar e energético para a Palestina.
D) recusa qualquer ajuda financeira que tenha origem no ocidente cristão, por ser um partido de esquerda islâmico.
E) organizou vários atentados terroristas na Europa e nos EUA, segundo a União Europeia

10) Assolada pela miséria, superpopulação e pelos flagelos mortíferos da fome e das guerras civis, a situação de grande parte do continente africano é, neste momento de sua história, catastrófica. Este quadro trágico decorre:
a) de fatores conjunturais que nada têm a ver com a herança do neocolonialismo, uma vez que a dominação colonial europeia se encerrou logo após a segunda guerra mundial.
b) exclusivamente de um fator estrutural, posterior ao colonialismo europeu, mas interno ao continente, que é o tribalismo, que impede sua modernização.
c) da herança combinada de rivalidades tribais, corrupção e herança colonial, que redundou na formação de micronacionalismos incapazes de reconstruir antigas formas de associação bem como de construir novas.
d) da extinta União Soviética, que poderia ter enviado ajuda humanitária durante o processo de descolonização, mas preferiu estimular os conflitos armados, com o objetivo de implantar ditaduras socialistas e vender armas, dentre elas, o famoso fuzil AK-47.
e) dos Estados Unidos e países capitalistas em geral, que não enviam ajuda humanitária para estes países, mas preferiram lucrar com a venda de armas.




EXERCÍCIO DE HISTÓRIA 2º ANOS III UNIDADE


1) Entre as transformações promovidas pela Revolução francesa, assinale V para verdadeiro e F para Falso
a) Os privilégios feudais foram estendidos a todos os cidadãos franceses, acabando com o modelo do Antigo Regime.  
b) A Revolução aboliu o trabalho servil, fortaleceu o clero e instituiu diversas medidas de caráter humanista. 
c) os revolucionários derrubaram o rei e proclamaram uma república fundamentada no igualitarismo radical, onde foi abolida a propriedade privada.
d) a Revolução rompeu os laços com a Igreja, iniciando uma reforma de cunho protestante que se aproximava dos ideais da ética do capitalismo moderno. 
e) A revolução iniciou implantou o mercantilismo, acabando com os privilégios burgueses.

A alternativa correta em relação às afirmações acima é:
A) FFFVF             B)FFFFF               C)FVVVF             D)FFVVV             E) VVVFF

2)  Sobre a Revolução Francesa, assinale a alternativa correta:
a) Nas reuniões da Convenção, os Jacobinos sentavam-se à direita, enquanto os Girondinos sentavam-se à esquerda.
b) a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foi um exemplo do ideal da revolução;
c) ela representou uma ruptura estrutural, pois a nobreza, até então marginalizada, tornou-se senhora do Estado;
d) a convocação dos Estados Gerais pelo Rei foi um exemplo da força econômica do Antigo Regime;
e) a prisão da Bastilha foi usada para prender o rei e boa parte da nobreza.

3) Chegou a hora da igualdade passar a foice por todas as cabeças. Portanto, legisladores, vamos colocar o terror na ordem do dia.” (Discurso de Robespierre na Convenção) A fala de Robespierre ocorreu num dos períodos mais intensos da Revolução Francesa. Esse período caracterizou-se:
a) pela fundação da monarquia constitucional, marcada pelo funcionamento da Assembleia Nacional.
b) pela organização do Diretório, marcado pela adoção do voto censitário.
c) pela reação termidoriana, marcada pelo fortalecimento dos setores conservadores.
d) pela convocação dos Estados Gerais, que pôs fim ao absolutismo francês.
e) pela criação do Comitê de Salvação Pública e a radicalização da revolução.

4) Na Revolução francesa houve o período chamado de “O GRANDE MEDO”. O que foi esse período?
A – período no qual os camponeses passam a atacar castelos, casas, igrejas, saquear aldeias, etc.
B – a fase do Terror implantada a partir do governo Jacobino
C -  período no qual o campesinato conservador e monarquista passou a ser perseguido pelo Terror jacobino.
D – o medo que levou a família real a fugir de Paris
E – período no qual Napoleão inspirava medo nos opositores da revolução.

5) A Revolução Inglesa, incluindo as revoluções Puritana e Gloriosa, foi uma revolução que:
A –implantou uma monarquia teocrática;
B –derrubou a monarquia e implantou uma república parlamentarista;
C - pretendia reativar a monarquia absolutista;
D –defendia os privilégios mercantilistas da burguesia favorecida;
E –implantou uma monarquia parlamentar.

6) A morte de Cromwell, em 1658 desencadeou uma nova onda revolucionária na Inglaterra, pois seu filho e sucessor, Richard, não conseguiu ter a mesma força política do pai. A situação na Inglaterra só se estabilizou em 1688, com a chamada:
a) Revolução Anarquista.
b) Reforma Anglicana
c) Revolução dos Navegadores
d) Revolução Gloriosa
e) Revolução Industrial

6) A Revolução Industrial teve início na Inglaterra em meados do século XVIII. Qual das alternativas abaixo explica o pioneirismo inglês na Revolução Industrial?
A – Petróleo no subsolo; mão-de-obra em abundância; capital da nobreza para investimentos; presença de grande quantidade de máquinas importadas da França.
B - Economia baseada no feudalismo, grande quantidade de artesãos; boas reservas de carvão mineral; contatos comerciais com a Índia.
C - Grandes reservas de carvão mineral e minério de ferro; mão-de-obra em abundância; capital da burguesia para investimentos em indústrias;
D - Grandes investimentos em transporte marítimo; grandes reservas de petróleo; mão-de-obra estrangeira em abundância; relações comerciais com o Brasil.
E – Grande produção de algodão, lã e linho, muita produção artesanal e o incentivo real através do mercantilismo.

7) A respeito do final da revolução francesa, assinale a alternativa correta: 
a) substituiu o império napoleônico pela república de Robespierre
b) substituiu a monarquia parlamentar por uma monarquia teocrática
c) substituiu a república por uma ditadura do Diretório
d) implantou a república baseada nos princípios de Robespierre.
e) implantou o império napoleônico.


8) Na Revolução Francesa, foi uma das principais reivindicações do Terceiro Estado:
a) a manutenção da divisão da sociedade em classes rigidamente definidas.
b) a concessão de poderes políticos para a nobreza, preservando a riqueza dessa classe social.
c) a abolição dos privilégios da nobreza e instauração da igualdade civil.
d) a união de poderes entre Igreja e Estado, com fortalecimento do clero.
e) o impedimento do acesso dos burgueses às funções políticas do Estado.

9) Entre os fatores decorrentes da Revolução Inglesa que contribuíram para o pioneirismo da Inglaterra na Revolução Industrial podemos mencionar os seguintes, exceto:
a) os limites ao poder do monarca.
b) a política econômica baseada na livre iniciativa.
c) a consolidação do absolutismo monárquico e do mercantilismo.
d) a promulgação dos Atos de Navegação, que possibilitaram à Inglaterra tornar-se a primeira potência naval do mundo, conquistando amplos mercados coloniais.
e) a oferta de mão de obra, principalmente de camponeses e artesãos que migravam para as cidades em busca de trabalho.

10) Sobre a Revolução Industrial, assinale V para verdadeira e F para falsa:
(    ) resultou do progresso técnico e das transformações sociais ocorridas na Inglaterra.
(   ) iniciou-se simultaneamente em diversos países.
(    ) foi um processo histórico que consistiu na substituição da ferramenta pela máquina.
(    ) todas as etapas da produção eram realizadas por uma única pessoa.
(    ) provocou o surgimento de uma nova classe social, o proletariado.
(    ) possibilitou o aumento da produção por um custo relativamente baixo e, consequentemente, a redução no preço das mercadorias.
(    ) não alterou a estrutura da sociedade nem as relações de trabalho.

A alternativa correta em relação às afirmações acima é:
A) VVVVVFF                      B) VFVFVFF                        C)VFVFVVF                        D) VFVVVVF                      E) FFVFVVF